A Guerra
de Independência de
Angola, foi
um
conflito armado entre as
forças
independentes de Angola
— UPA
/ FNLA /
MPLA, e, a
partir de
1966, a UNITA —
e as
Forças Armadas de Portugal.
Um grupo
de cerca de 200 angolanos
atacou a
Casa de Reclusão Militar, em Luanda, a
Cadeia da 7.ª Esquadra da polícia, a sede dos CTT e a
Emissora Nacional de Angola.
A independência
de Angola foi
estabelecida a
15 de janeiro de 1975, com
a assinatura do Acordo
do Alvor entre os
quatro intervenientes no conflito: Governo português, FNLA,
MPLA e UNITA. A independência e a passagem de soberania ficou marcada para o
dia 11
de novembro desse ano.
No dia
10 de novembro de 1975, o Alto
Comissário e Governador-Geral de Angola, almirante Leonel Cardoso, em
nome do
Governo Português, proclamou
a independência de
Angola, transferindo
a soberania de
Portugal, para
o Povo Angolano, de
forma efetiva
a
partir de 11 de Novembro de 1975:
"E
assim Portugal entrega Angola aos angolanos, depois de quase 500 anos
de presença, durante os quais se foram cimentando amizades e caldeando
culturas, com ingredientes que nada poderá destruir. Os homens desaparecem, mas
a obra fica. Portugal parte sem sentimentos de culpa e sem ter de que se
envergonhar. Deixa um país que está na vanguarda dos estados africanos, deixa
um país de que se orgulha e de que todos os angolanos podem orgulhar-se".
Nenhum comentário:
Postar um comentário